terça-feira, 24 de novembro de 2020

Aula de ontem (segunda 23 de novembro)

  Hoje, erroneamente, disse que a frequência é obrigatória. Não é - eu tenho de cumprir as regras que anunciei no início. 

É recomendado. É para mim muito difícil ser «justo» sem conhecer a maior parte dos alunos. 

Neste momento, já estou na fase de aterrar o avião. Ainda falta um bocado, mas «senhoras e senhores, estamos a aproximar-nos do aeroporto, queiram apertar os vossos cintos e arrumar os tabuleiros». 

Eu tenho uma noção do sentido da cadeira. Mas evito ser o tipo que vos diz «Leiam este policial, é incrível, só no fim descobrimos que o assassino é o Umberto Eco». 

A cadeira tem questões transversais - muitas - e outras que são específicas de cada género. 

Hoje vimos: 

  1. um livro com imagens pouco usual, O Castelo dos Destinos Cruzados, de Italo Calvino
  2. a busca de Ana Hatherly pelos antecessores daquilo que fazia
  3. o encontro com a poesia barroca visual portuguesa dos séc. XVII-XVIII
  4. vimos ainda o preconceito que tanto pode prejudicar como beneficiar - os casos das primeiras páginas dedicadas a Pessoas Importantes mais para os jornalistas que na verdade
  5. o caso Manuel Reis, dono do bar Frágil e, depois, da discoteca Lux
  6. e o caso Teresa Coelho, que uma jovem mestranda pensou mais importante para a edição portuguesa, porque tinha tido 12 páginas no Público na sua morte, do que os verdadeiramente importantes Alçada Baptista e Rogério Moura. 
  7. O preconceito tanto desvaloriza como valoriza - mas tende a ser uma preguiça. 
  8. A BD é sempre «para crianças» ou «infantilizando adultos» e superficial? Não. 

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Notas finais

 Meus caros, aqui estão as notas finais. Sugiro a quem ficou insatisfeito que faça o exame de melhoria - baixar não baixa. Ou comunique comi...