terça-feira, 15 de dezembro de 2020

«Se não existires na ficção não existes na História da Cultura»

 Eu sei, protesto contra o predomínio da língua americana e depois só mostro coisas em inglês. (Para além de seguir com mais atenção a vida política americana que muitos americanos - suspiro.) 

Nestas Masterclasses online, que nos aparecem nos anúncios do Youtube antes da canção que queremos ouvir (pelo menos a mim o algoritmo envia-mos), temos figuras proeminentes das artes a falarem. A aula é paga mas, por vezes, só o anúncio grátis já tem substância. Este tem muita. 

   

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Um texto interessante dum senhor irritante

  Esta semana, Joseph Epstein (n.1937) foi assunto-twitter pelas piores razões: foi impertinente e snob com a esposa do futuro Presidente. Isso não significa que não diga coisas interessantes. Este ensaio, mesmo que discordemos, ajuda a pensar: 

I am not about to say of poetry, as Marianne Moore once did, that “I, too, dislike it,” for not only has reading poetry brought me instruction and delight but I was taught to exalt it. Or, more precisely, I was taught that poetry was itself an exalted thing. No literary genre was closer to the divine than poetry; in no other craft could a writer soar as he could in a poem. When a novelist or a dramatist wrote with the flame of the highest inspiration, his work was said to be “touched by poetry”—as in the phrase “touched by God.” “The right reader of a good poem,” said Robert Frost, “can tell the moment it strikes him that he has taken an immortal wound—that he will never get over it.” Such quasi-religious language to describe poetry was not unusual; not so long ago, it was fairly common. “The function of poetry,” wrote Robert Graves, “is religious invocation of the Muse; its use is the experience of mixed exaltation and horror that her presence excites.”

Ler o resto aqui


terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Novas sobre a frequência

 Dadas as circunstâncias, a frequência da cadeira será para todos na quarta 16 de dezembro. 

Para o efeito, usaremos a nossa sala habitual - outra sala foi também já assegurada caso tal seja necessário para permitir fazer a prova em segurança. 

Quanto aos alunos que não puderem quarta: teremos como plano B a segunda-feira 12. Esta alternativa está no entanto dependente de, nesse dia, a faculdade estar a funcionar presencialmente. Quaisquer dúvidas, coloquem amanhã em aula ou por mail. 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Sumário 2 dezembro

 O humor: 

é interessante que seja um «humorista» a dizer uma coisa tão bonita. 


Uma Modesta Proposta, de Jonathan Swift. Ler aqui

Ideologia: uma constelação de valores (Eco).

Ulysses, de James Joyce: resposta iconoclasta ao texto fundador da nossa literatura, A Odisseia de Homero.

Odisseia: a história de Odisseus (Ulisses em latim).

Eneida, de vergílio: a história de Eneias.

Os Lusíadas: a história dos lusitanos.

Só conheço dois países que veneram nos seus dias mais sagrados a literatura. Portugal tem o 10 de junho - o dia de Camões. A Irlanda tem o Bloomsday, o dia em que se passa a história fictícia do romance Ulisses..






Notas finais

 Meus caros, aqui estão as notas finais. Sugiro a quem ficou insatisfeito que faça o exame de melhoria - baixar não baixa. Ou comunique comi...